terça-feira, 1 de maio de 2012
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
Sobre a manisfetação da geração "à rasca"...
Afinal nós brincamos na rua, partimos a cabeça à pedrada entre outras mil maravilhas que se diz nos emails sobre a nossa geração... e os que são agora adolescentes não fizeram nada disso, coitados (se calhar não são, mas enfim)!
"Acreditamos que temos os recursos e as ferramentas para dar um futuro melhor a nós mesmos e a Portugal." (Assim sendo não nos falta nada)
E se em vês de manifestações sobre coisas CRIÁSSEMOS empresas, ao lado das que nos pagam mal e lhes roubássemos o mercado ou pelo menos se TENTÁSSEMOS, se PENSÁSSEMOS BEM nas oportunidades que existem no país e no mundo e fossemos atrás. Assumindo o RISCO de perder, a RESPONSABILIDADE de também nós termos que levar um país às costas e deixarmos de pensar que os OUTROS têm que nos dar um RESPOSTA.
7.000 nas ruas e nem uma ideia!
Não vou
Acredito que a solução não passa pelo estado, nem a culpa, apesar de frequentemente imputar culpas ao estado sobre a situação actual do país. Considero que fazer uma manifestação não vai ajudar em nada e só vai tornar o acto da manifestação ainda mais vulgar...
Quanto aos eventos não faço a mínima ideia se é possível ou não..
quinta-feira, 22 de abril de 2010
Queres ver...
Pelo que na minha opinião algum governante do nosso país deve ter o bom senso de obrigar as mulheres a comportarem-se para que nada de mau aconteça ao nosso país. Por mim vou fazer a minha parte... acho até que alguém devia estudar a culpa das mulheres nos vulcões, queda de aviões e todas as outras catástrofes.
Lembro-me agora que a culpa do aquecimento global também deve ser das mulheres e posso até dar uma pista de partida para algum iraniano (ou doutra nacionalidade qualquer) que queira começar este estudo, o uso abusivo de lacas em spray... se me lembrar de alguma outra pista prometo postar aqui.
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
terça-feira, 20 de outubro de 2009
Brasil...
Olha que coisa mais linda
Mais cheia de graça
É ela menina
Que vem e que passa
Num doce balanço, a caminho do mar
Moça do corpo dourado
Do sol de Ipanema
O seu balançado é mais que um poema
É a coisa mais linda que eu já vi passar
Ah, porque estou tão sozinho
Ah, porque tudo é tão triste
Ah, a beleza que existe
A beleza que não é só minha
E também passa sozinha
Que quando ela passa
O mundo inteirinho se enche de graça
E fica mais lindo
Por causa do amor
Vinicius de Moraes e Tom Jobim
Verdade seja dita...
Pois!!!
E sobre tal tema apraz-me escrever que... mesmo nada.

Vou deixar aqui a minha maneira de ver a coisa. Ela quis dizer aquilo, disse, não se encontra ponta de piada e que revela dela uma falta de cultura espectacular...
Agora toda esta indignação dos portugueses com ela e com os brasileiros. Eu lá com ela se querem estar indignados estejam, não tenho nenhuma adoração por ela e a partir de hoje menos terei. Agora com os brasileiros não se justifica a indignação, um povo que deu ao Mundo pessoas como Tom Jobim ou Vinicius de Moraes entre centenas de grandes musicos, poetas ou escritores, têm com certeza, ainda muito de bom para dar... Eu conheço brasileiros que mereçem muito mais que a Sr. Proença, mas também conheço artistas portugueses que mereçem a Sr. Proença...
Deixem lá a senhora continuar na sua vida que o tempo em que ela devia ler ou cultivar-se estava com certeza na "malhação", como comprova a fotografia.
quarta-feira, 14 de outubro de 2009
Tesouro...
Esta frase aplica-se na perfeição aos computadores... além disso é genial!!!
P.S. - Roubei-a a alguém, se conhecerem o dono digam-me que eu ponho o nome.
terça-feira, 13 de outubro de 2009
Poema
"Todas as cartas de amor são
Ridículas.
Não seriam cartas de amor se não fossem
Ridículas.
Também escrevi em meu tempo cartas de amor,
Como as outras,
Ridículas.
As cartas de amor, se há amor,
Têm de ser
Ridículas.
Mas, afinal,
Só as criaturas que nunca escreveram
Cartas de amor
É que são
Ridículas.
Quem me dera no tempo em que escrevia
Sem dar por isso
Cartas de amor
Ridículas.
A verdade é que hoje
As minhas memórias
Dessas cartas de amor
É que são
Ridículas.
(Todas as palavras esdrúxulas,
Como os sentimentos esdrúxulos,
São naturalmente
Ridículas)."
Álvaro de Campos
segunda-feira, 12 de outubro de 2009
E agora...
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
O velho...

Depois de abandonarmos o velho do Restelo à sua sorte podemos também abandonar o provincianismo, que em nada tem a ver com a província, mas como uma maneira de olhar para as coisas, que em tempos se acreditou que estava ligada à província.
Na mesma senda aproveitamos para fazer tudo de uma vez e mesmo que a muito custo deixamos para traz a tacanhez. Para que não aconteça como diz a letra dos Da Weasel "a tacanhez, essa há-de ser eterna", vamos eternizar outra coisa qualquer...
E já que vamos embaladíssimos podemos também abandonar a ideia de que roubar o estado, trabalhar o menos possível, ir para ao hospital só buscar um atestado e outros tantos malabarismo que em Portugal são executados na perfeição, é bom ou que nos faz melhores que os outros... e tentar trabalhar para desenterrar um pais que só sobrevive porque aprendeu a respirar 7 palmos abaixo da terra.
terça-feira, 6 de outubro de 2009
Sr. Francisco...
Quer com estas palavras o nosso amigo dizer que a republica é a única forma de democracia séria, pelo que eu entendo. Então uma forma de democracia séria não deveria deixar as decisões para o povo? Não seria plausível que o povo pudesse voltar a escolher entre a republica e a monarquia, uma vez que a ultima vez que o "pode fazer" fez hoje 99 anos e dois dias. Porque até desta vez poderemos por em causa se houve uma escolha do povo ou se foi uma escolha de meia dúzia de ilustres.
Eu até acredito que um referendo entre a monarquia e a republica não desse uma vitoria à monarquia, mas com que direito é que o sr. fala em democracia responsável e depois deita abaixo alguém que realmente queria dar ao povo o poder da decisão?
Democracia sim, mas tanto também não, não é? Típico dos extremistas...

Olhando para o mundo lembro rapidamente de 3 grandes republicas democratas de extrema esquerda, Coreia do Norte, China e Cuba... por outro lado 3 belos exemplos de monarquias autoritárias como a Suécia, Dinamarca e a Noruega, escolhi estes 3 por ter ideia de serem frequentemente referidos nos seus discursos como países exemplo. Não digo que este sistema não tenha maus resultados noutros cantos do mundo mas a verdade é que na Europa existem mais uns exemplos de países com o sistema de governo errado.
Quando temos um telhado de vidro não devemos mandar uma pedrinha para o do vizinho, está bem sr. Louça, sim... pronto.
O terrorista de Estremoz
Existe num país longínquo uma cidade a que deram o nome de Estremoz. Ora nesta cidade existia em tempos o cargo de presidente da câmara, que era ocupado por um terrorista a quem davam o nome de Fateixa. Agora que esta na moda o terrorismo, depois do 11 de Setembro, todos os actos de sacrifícios humanos são visto como gesto de algum romantismo, os que dão a vida por aquilo que acreditam. Mas não era este terrorismo que o dito presidente da câmara exercia sobre os seus munícipes, antes fosse, que assim não tinha durado muito, era um terrorismo psicológico, uma coisa mais hitchcok. Talvez aquilo que este presidente de câmara incutisse nas pessoas também se possa chamar medo, mas como o terror é por definição um medo pavoroso, ou seja, um medo muito grande (para os menos iletrados), juntando-se a isto o facto de não existir a palavra “medista”, acabou esse senhor por ficar conhecido por terrorista.
Era de tal ordem que existiam rumores de ter sido instituída uma PIDE (policia do antigo regime, ao qual tanta referencia se fazia por essa altura). Esta PIDE, era também ela à escala da pequena cidade, pois era constituída por dois elementos que já não se encontravam na flor da idade. Tendo como base do seu quartel-general a entrada principal da câmara de Estremoz, de onde controlavam todos os munícipes que precisassem ou quisessem falar com presidente, filho e sobrinho dos alegados agentes. Estes agentes não deviam pois ser menosprezados porque conseguiam grandes quantidades de informação que eles próprios tratavam da maneira como a entendiam. De certa forma, tratava-se de uma polícia secreta como temos vários exemplos na história mundial, em que não usavam da violência física para obter informações dada a idade avançada dos agentes, mas que tinha como retaliações o mesmo tipo de desfavores.
Mais tarde com o aproximar das eleições locais nesse país as coisas começaram a ser mais notadas, isto é, a pequena corrupção, que felizmente não existe no nosso país, porque sem duvida nenhuma é um grande obstáculo ao desenvolvimento do mesmo e seria logo considerada escandalosa. Nesta altura em troca de uma assinatura podia obter-se variadíssimas coisas, um chocolate, um chupa-chupa, um caramelo e para os mais exigentes existiam mesmo licenças para todos os gostos, empregos, todo um rol interminável de pequenas lembranças a quem lhes facultava um autógrafo. Para os mais distraídos, os que não facultavam o seu autógrafo havia sanções como, não conseguirem passar um projecto na câmara por mais vezes que tentassem, não terem direito a tal licença ou receberem por vizinhos algo que sempre repugnaram. Um exemplo amplamente comentado nessa altura era que alguns, segundo reza a historia, conseguiam numa semana ter os seus projectos aprovados, por com certeza terem oferecido uma enormidade de autógrafos, julgava-se na altura e outros nunca o conseguiam por mais que tentassem.
Este senhor presidente, não lutava sozinho e tinha por companheiros muitos que como ele não sabiam ler e por isso acreditavam que o desenvolvimento de uma cidade se conseguia com muitas casas e muitos cafés. Era assim naquele país, mas com a graça de Deus, no nosso as coisas tão bem melhor.
Aconteceu também um caso, que se dizia na altura que era tentativa de conquistar favores, então este pequeno episodio era assim, existia perto desta cidade uma pequena aldeia que se chamava Évora-Monte, onde existia também um castelo. Em dada altura as muralhas desse castelo fizeram 750 anos e alguém, que eu duvido que fosse da câmara, decidiu mandar fazer umas medalhas comemorativas. Pois as medalhas foram feitas e numeradas e a primeira que devia ir para o Presidente da Republica, ficando assim na posse de todos os habitantes desse pais ou para a Junta de Freguesia dessa aldeia, para ficar na posse de todos os habitantes e naturais dessa aldeia, dizem as más línguas que foi entregue ao primeiro ministro desse pais, imagine-se só tamanho disparate. Existia pessoas que indo mais longe, diziam que tinha sido por que eram todos do mesmo partido, mas isso já era trafulhice a mais.
Bem desta cidade, nesse país muito distante do nosso e o Senhor seja louvado por isso, nunca mais se soube nada e ao que parece acabou mesmo por desaparecer e talvez tenha servido de exemplo a muitos presidentes de câmara. Ficando assim provado que o terrorismo só leva a auto destruição e a momentos inglórios onde as pessoas são apupadas de nomes e situações que só as embaraçam.
P.S. – Qualquer semelhança com a realidade seja elas nomes de personagens ou terras desta historia são pura coincidência, pois esta é uma historia que passa de gerações em gerações no interior montanhoso de um pais longínquo, da qual só me encarreguei de traduzir.
quarta-feira, 6 de maio de 2009
Justo...
quarta-feira, 29 de abril de 2009
Isso é feio...
quinta-feira, 23 de abril de 2009
sexta-feira, 17 de abril de 2009
Olha...
Parece que o Mário Soares disse que o apoio do José Socrates ao Durão Barroso era "nacionalismo no pior sentido da palavra"... a palavra tem um mau sentido? E agora que as comadres se zangaram... a crise vai piorar! A culpa é do bochechas...
quarta-feira, 15 de abril de 2009
Vícios...
Para tentar deixar de fumar, tal como no xadrez não existe um lado cinzento, existe um preto e um branco...

São os dois anjinhos, um em cada ombro, se um diz fuma e inventa uma desculpa esfarrapada para o poder fazer... o outro diz não fumes com uma desculpa ainda mais ordinária.
segunda-feira, 6 de abril de 2009
Queres ver...
Encontrei num blog de Estremoz as previsões das autárquicas de 2009... que passo a comentar:
BE - São info-excluídos e por isso ficaram sem expressão.
CDU CDS e MiETZ - Quase info-excluídos por isso também não tiveram muitos votos
PSD e PS - Estes sim sabem mexer na internet
Pronto já está comentado, pelo menos a vertente politica da coisa.
Olhando para os factos com alguma clareza, os votos da CDU, todos nós sabemos são de uma população idosa, na sua maioria analfabeta que vota na foice. Por isso esta previsão fica logo inquinada.
Os tipos do BE, que são os intelectuais de esquerda ou são só pseudo-intelectuais, devem achar que isto de votar num blog não está ao nível intelectual deles. Não partilhando as ideologias politicas, devo confessar que partilho esta.
O CDS talvez não tenha mesmo mais apoiantes que o que é anunciado, 35 é bem capaz.
O PSD está em altas, deve ser o melhor resultado de sempre em Estremoz, alias existe uma queixa que a comissão de votações on-line devia averiguar. No dia antes de fechar as urnas o PSD ia a frente 13 votos, mas depois os tipos do PS foram para lá votar a maluca e ganhou o Fateixa... por mim tudo bem, mas já agora os tipos do PSD só podem votar uma vez?
PS em altas, já ganharam... A cidade acabou de atingir o fundo de tudo, é um sitio onde existe uma placa de aço a dizer "fundo, daqui para baixo já não há nada"... mas eles lá andam todos contentes. Uma outra queixa devia ser investigada, é a de eles andarem a comprar votos... mas segundo um outro leitor isso não faz mal porque a pessoas em questão não tinha uma arma encostada à cabeça...
No meio de isto tudo resta o que? Temos uma caldeirada armada e ainda fica alguém presidente da internet. Já agora o presidente da internet que diga as pessoas que não se pode ofender assim à maluca, que o dono do blog já tentou explicar isso mas não deu resultado.





